Conto: Vampiros – Amor Imortal

•08/11/2011 • Deixe um comentário

Noite. Como tantas outras vezes seguidas, Valek, antes de se levantar, pensa nas vítimas feitas em uma possível fúria alimentícia. Desta vez ele estava simplesmente alimentando o ego… (Continua…)

Vampiros: Hells Bells, a diversão continua

•01/11/2011 • Deixe um comentário

Marcus e Valek saem da sala após a longa conversa. O Hells Bells ainda estava lotado e a banda tocava um clássico da banda Type O Negative “Christian Woman”.

_Bela música não Valek? – Marcus dá um sorriso frio para Valek – Vamos nos sentar e apreciar a noite? (Continua…)

Vampiros: Diário de um Vampiro – Talamasca

•30/10/2011 • Deixe um comentário

A vida dos vampiros é antiga, como vocês podem imaginar. Eu sou apenas um novato, como me chamam porque os Primeiros estão esperando mudanças do mundo para que possam voltar a reinar, mas fazem mais de 800 anos que o último foi visto, desde o tempo das Cruzadas… (Continua…)

Vampiros: Diário de um Vampiro – Predadores

•15/10/2011 • Deixe um comentário

Marcus sempre diz que eu sou sentimentalista, que esse meu lado humano ainda me mata, mas talvez isso sirva para lembrar-me de minha condição de um dia… um humano que amou, sofreu, chorou…

Parece que sempre que escrevo no blog, sempre conto algo sobre sentimentos… não? Talvez esse seja mais um então. (continua…)

Vampiros… Revelações

•13/10/2011 • 1 Comentário

Em um canto, no alto de um mesanino, duas figuras conversam. Um rapaz alto, cabelos castanhos ondulados caídos ao ombro, cobriam a lapela do sobretudo. Este, com um copo alto de cristal muito fino deliciava-se com a bebida enquanto o outro, também com uma boa estatura, mas de cabelos curtos, jaqueta de couro, anéis de prata e um com um símbolo de um dragão brilhava em sua mão enquanto,  recostado na cadeira, tragava o cigarro, pensativo… (Continua em Diário de Um Vampiro)

Vampiros: Surgem os Lobisomens

•11/10/2011 • 2 Comentários

Saudações Crianças da Noite…

Mais um pequeno conto do “Diário de um Vampiro” está disponível…

Agradeço à minha amiga Ravenna Lee que me inspirou a voltar a escrever, com suas belas palavras de incentivo…

Dedico esse pequeno conto à ela.

Um grande beijo amiga!

http://wp.me/p1aNJi-1p

Solitary Mind

•11/10/2011 • Deixe um comentário

Saudações Crianças da Noite!

Não fui eu quem escrevi tal letra que muito parece um poema, mas muito resume o que sinto.

 Hangar - Solitary Mind

Somehow we live and learn
I saw life begin and choose my ways
Why don’t you give me facts?
To understand my troubles and go ahead
I really want to know
I am watching you breathing once again
For all this time
Trying to find a word to explain my pride
Waiting for a moment to say
No matter how, but we will be together
To save my life again
No one ever told me when
Stay away and let my feelings find
A real place to live
Where I can be free and keep my open mind
Some things can never change
They are enough to leave yourself behind
For some reason I will stay
Here in my fortress like a solitary mind
I really want to know
I am watching you breathing once again
For all this time
Trying to find a word to explain my pride
Waiting for a moment to say
No matter how, but we will be together
To save my life again
We can only believe in silence
Like a forest in the rain
Like a solitary mind

Diário de um vampiro: Solitário

•10/10/2011 • Deixe um comentário

Saudações Crianças da Noite…

Confiram mais uma parte de meu diário no link abaixo
http://wp.me/p1aNJi-1l

Conto: Pensamentos… sentimentos.

•02/10/2011 • Deixe um comentário

Saudações Crianças da noite… após longo período ausente, volto a escrever mais uma parte de meus contos…

Confiram aqui: http://wp.me/p1aNJi-1h

Poema – Suspiros da manhã

•30/08/2011 • 1 Comentário

Poema – Suspiros da manhã

 Em um jardim secreto,

O vento em valsa,

O tempo em balsa,

As flores virgens

Entregam-se incompletas

Estonteiam-se

Enlaçando-se na figueira…

Repulsando o ódio,

Contestando com a dor.

 

Ignorando suas palavras,

Minha resposta não importa…

Meu sofrimento

Escondido intimamente,

Minhas veias feridas,

Cintilando profundamente.

 

Não chore!

Lágrimas não dão conforto

A um cadáver ao relento…

Exposto,

Enforcado pela dor.

 

Não fuja,

Por que quando voltares,

Possa ser que não estarei aqui…

Dói? Entendo…

Machuca-me a alma?

Sim, pobre criança…

Talvez minh’alma se erga

Fria, sangrenta,

Nos desesperos da mente,

Acorrentada pela própria insanidade,

Mórbida talvez.

 

Neste pavoroso luto

Atormentada,

Desesperada,

Meu utimo suspiro

No silêncio agourento:

Adeus, mortuária vida!

 

Abraços,

                                                                  As almas são como um baú,

Quando se revelam… Cheias de surpresas,

Quando se isolam… Cheias de mistérios.

Ravenna Lee

 
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