Culturas/Religiões pt. II: Ser Pagão

•09/02/2010 • Deixe um comentário

Ser Pagão

Ser pagão é buscar constantemente harmonizar-se com a infinita sabedoria da natureza, onde se aprende diariamente através da linguagem da Terra e da Lua, das folhas das árvores, da beleza do canto dos pássaros, do cheiro das ervas e das flores, a conhecer o valor do respeito, do amor e do equilíbrio.

Paganismo, seria o nome dado para as pessoas que seguem as religiões politeísta, panteísta e animista, que respeitam a natureza e cultuam Deuses e Deusas, como por exemplo: Druidismo, Xamanismo e Reconstrucionismo Celta.

Mas, que fique bem claro,  que pagão não é ateu e muito menos cultua o “diabo”, que álias, é uma figura existente apenas no meio cristão, criada para dominar as pessoas através do medo e da culpa! 

Pagãos acreditam e prestam culto às divindades pagãs centradas na verdade, no bem e no belo, aos espíritos da natureza e aos seus ancestrais. Apesar das diversas definições sobre o paganismo, é importante ressaltar que todo pagão é politeísta e respeita todas as formas de vida, assim como a própria natureza, que lhes é sagrada, tirando partido dela sem que assim venha destruí-la.

Atualmente, aqueles que seguem o paganismo celta, buscam aprimorar-se além das práticas diárias e sazonais, estudam a história, a arqueologia, os mitos, as lendas e o resgate das línguas celtas, principalmente o gaélico.

A celebração dos festivais solares automaticamente religa o homem aos ciclos naturais da Terra e às mudanças das estações. Cada ciclo reflete diretamente toda sua influência sobre nós e a partir deste princípio, passamos a vivenciar e a compreender melhor essas mudanças, além de todos os ciclos lunares.

Podemos encontrar uma grande variedade de tradições dentro do paganismo, mas esta variedade de experiências espirituais são apenas ramos diferentes da mesma árvore e, como tal, deve ser respeitada como a representação máxima da unidade divina. Nossos maiores mestres são a própria natureza e os Deuses.

Enfim, fuja daqueles que possuem caldeirões lotados de ego negativo. Isso não quer dizer que ser pagão é ser “perfeito”. A perfeição é um dos objetivos do nosso caminho e, de modo geral, de todas as pessoas. O “bem” e o “mal” são relativos, pois o verdadeiro pagão busca o equilíbrio entre a luz e a sombra, com responsabilidade e bom senso. Essa é a real iniciação da alma e do coração. Que assim seja!

O Caminho do Equilíbrio

O equilíbrio é algo que se deve buscar tanto no âmbito pessoal quanto através de uma visão universal. O povo pagão busca equilíbrio dentro de seus corações, na natureza e no Universo, porque perder o equilíbrio dentro de seu próprio ser é o mesmo que perder o equilíbrio com a ordem natural e com as Divindades. O equilíbrio é uma compreensão dos mundos da natureza e da humanidade com o Todo.

Conhecer o amor é o mesmo que ser capaz de ver a luz comum que corre por toda a vida, e verdadeiramente tocar as divindades. O amor é o que nos faz reconhecer aquele aspecto dentro de cada espírito humano que pertence ao reino divino e assim, apreciar sua virtude. É a forma que temos de contemplar as qualidades dos Deuses dentro de nós, às vezes como um caminho que nos faz admirar nossos irmãos.

Se você não o encontrar dentro de si, não será capaz de encontrá-lo do lado de fora, porque essa é a natureza de toda a forma de amor. A confiança não é apenas o fundamento do amor, mas é um código de vida. Se não existe confiança, o amor e a verdade serão sempre ilusórios, porque a confiança é a base forte sobre a qual suas casas são erguidas.

As palavras de sabedoria a seguir, que foram herdadas de algumas tradições, poderão servir como um guia que se refere ao objetivo, benefícios e aos tipos de confiança.

“Escolha com cuidado em quem sua confiança será depositada, mas se ele for digno dela, a dê sem restrições.”

“Se você não pode confiar naquele que será seu mestre, não permita que seu aprendizado dependa dele e busque seus conhecimentos em outro lugar.”

“Há certas coisas que devem ser aceitas com confiança, até que o tempo seja capaz de clarear o caminho para sua compreensão.”

“Não se deixe iludir! Se você não acredita no que vê, descarte a possibilidade.”

Verdades e Curiosidades

“A partir do século IV, o cristianismo se tornou a religião oficial em Roma. Apesar disto, muitos continuaram fiéis ao seus Deuses e Deusas. Os habitantes do campo eram chamados “paganus” e por não terem aderido ao cristianismo passaram a serem perseguidos e forçados a conversão.

A partir desta época todo aquele que não fosse cristão era considerado “pagão”. A transição da Antiga Religião Pagã para a Religião Cristã, aconteceu durante um longo período. Nenhum pagão tornou-se cristão do dia para a noite. Os aristocratas foram menos resistentes, porque percebiam o poder da nova crença, mas os habitantes dos campos (paganus), recusaram-se a aceitar a nova fé.

Os sacerdotes do cristianismo passaram a adaptar as festas pagãs. Alguns templos pagãos, pouco a pouco, foram usados pela Igreja. A Igreja Cristã foi se tornando uma poderosa instituição. O que ela não podia destruir da Antiga Religião ela adaptava, transformando crenças pagãs em cristãs.

Foi assim, por exemplo, o que a Igreja fez com o Natal. Nesta época os Romanos festejavam Saturno. Com o tempo, os camponeses começaram a aceitar a doutrina que falava de Jesus, um homem que havia se pendurado numa cruz em favor de seus fiéis, lembrando Deus Odin que havia se pendurado uma árvore para adquirir a sabedoria das Runas Sagradas.

Com o tempo passaram a associar Maria, mãe de Jesus à Mãe Terra. Durante um período, houve uma fé dupla: acreditavam no novo Deus cristão, mas não abandonavam suas crenças. Sabe-se que muitas orações cristãs foram criadas, baseadas em encantamentos pagãos…

A influência do cristianismo faz-se sentir nas inscrições em que se nota uma clara mistura das duas crenças quando lemos em uma mesma pedra a invocação de proteção ao Deus Thor e ao mesmo tempo, ao Deus cristão.

Na verdade, a Igreja Cristã nunca conseguiu extinguir, de fato, as crenças classificadas por ela como pagãs.

No final do século XIV, começou a temporada da perseguição aos pagãos, às bruxas e a tudo que era contrário às crenças cristãs. Infelizmente, durante quase 400 anos, muitas pessoas morreram acusadas de prática da bruxaria.” (Fonte: Wikipédia)

Esse tempo é passado e de agora em diante vale ressaltar o princípio da liberdade religiosa, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, Artigo 18, que diz o seguinte:

“Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.”

Garatindo acima de tudo o respeito mútuo e a nossa liberdade de expressão religiosa!

Fonte: http://www.templodeavalon.com/modules/mastop_publish/?tac=Ser_Pag%E3o

Culturas/Religiões pt. I: Paganismo

•08/02/2010 • Deixe um comentário
Meu blog já falou de diversas coisas sobre vampiros, vampirismos, Vampyrismo… mas tudo parece que leva a outras linhagens, outras buscas, outros conceitos religiosos/culturais que venho apresentar à vocês…
Pretendo falar todos os dias de uma vertente diferente e, hoje começarei com o Paganismo.
Pretendo esclarecer o que é ser pagão, o que é o paganismo enfim… pois comecemos então…

O que é Paganismo? 

A palavra paganismo deriva do latim “paganus”, que literalmente, quer dizer: homem do campo, camponês ou aldeão; um termo usado para se referir as diversas religiões dos antigos camponeses da Europa chamados de pagãos, pelos romanos. E que, até os dias de hoje, é usado equivocadamente para identificar todo aquele que não é cristão ou não foi batizado através dos preceitos comuns da igreja católica.

O paganismo é um dos caminhos que nos leva ao bem maior e à comunhão dos Deuses dentro de nós, em termos religiosos, é o culto e a reconexão com a própria natureza. Alguns celebram o caminho da Arte sozinhos ou com outras pessoas, membros de um mesmo grupo ou tradição, conhecidos como covens, tribos ou clãs. 

Existem muitas vertentes dentro do Paganismo, dentre esses caminhos, alguns estão claramente definidos e possuem uma organização própria, outros não. Os caminhos mais conhecidos, hoje em dia são: Reconstrucionismo Celta, Druidismo, Wicca, Odinismo, Ásatrú e Xamanismo.

Há muitos mistérios que envolvem o paganismo. O próprio pentagrama é um deles. Um símbolo pagão muito antigo e, muitas vezes, associado ao “mal” ou quando invertido, ao satanismo e aos rituais satânicos. E que nos dias de hoje se tornou um simbolo, quase que oficial, do paganismo moderno.

Devemos lembrar que o pentagrama não é um símbolo de origem celta. Os antigos celtas contemplavam todo o mistério do círculo e das espirais.

Enfim, o paganismo não tem nenhuma relação com satanismo ou magia negra. Numa versão mais moderna, a estrela de cinco pontas representa, os quatro elementos, mais o quinto elemento, como sendo o éter ou espírito divino.

Os mistérios pagãos vão muito além das brumas do tempo… Prestes a renascer!

As brumas são os véus que encobrem o mistério do caminho gasto pelo uso. Muitos são os que vão nos ver e não vão nos entender, além de não conseguirem absorver toda a sabedoria dos Antigos, simplesmente por medo e ignorância.

Abençoado seja o resgate às tradições celtas e a sacralidade da natureza!

Ouça agora mesmo o chamado, vá direto para Glastonbury e ultrapasse o Portal…

Absorva todos os conhecimentos vindos de Avalon, através da lenda e dos mitos. Não tema passar pelas brumas, um mundo maravilhoso espera por todos aqueles que trazem a fé e o amor dentro de seus corações. Que assim seja!

Religião e Mitologia

“A religião e a mitologia são termos bem diferentes, mas ambos referem-se aos sistemas de conceitos que são de grande importância para uma determinada comunidade, fazendo declarações relativas ao sobrenatural ou aquilo que é sagrado. Geralmente, mitologia é considerada um componente ou aspecto da religião.

Religião é um termo mais amplo, muito além dos aspectos litúrgicos, que inclui o ritual, a moral, a teologia e a experiência mística. Um dado importante, a mitologia é quase sempre associada a uma determinada religião e dissociada dos seus sistemas religiosos, um mito pode perder a sua relevância imediata para a comunidade e evoluir afastado da religiosidade como uma lenda ou folclore.

Podemos dizer que o paganismo é um termo referente às diversas formas de religiosidade e designa as religiões politeístas que têm como lugar comum o encontro com o divino, através da Natureza e com a recuperação das antigas religiões pagãs.

E se pensarmos no ensinamento que remonta ao Egito Antigo, que diz que “o que está acima é como o que está abaixo e o que está abaixo é como o que está acima”, compreendemos que esta asserção busca nos dizer que a natureza dos Criadores é a mesma de suas criaturas.

Os pagãos buscam, dessa maneira, compreender “o que está acima” – seus Deuses – conhecendo “o que está abaixo” – a Natureza e seus semelhantes.” (Fonte: Wikipédia)

Lembrar dessas coisas é a orientação básica para tornar-se um verdadeiro pagão. Princípios de como ser justo, leal e gentil, bem como viver com bravura, sabedoria e em comunhão com todos os seres viventes. Honrando sempre os Deuses, a natureza e os nossos ancestrais. Que assim seja!

Fonte: http://www.templodeavalon.com/modules/mastop_publish/?tac=O_que_%E9_Paganismo%3F

Sentimentos… demonstrar ou não?

•06/02/2010 • Deixe um comentário

Escrevi isso em uma conversa com uma amiga, no MSN… e achei legal transpor para cá, mesmo tratando-se de um simples desabafo…

“Muitas vezes fui muito sincero em expressar sentimentos… e foi dito a mim que estava confundindo…. que não era aquilo… que estava enganado… mas sabia o que se passava, sabia o que sentia… hoje em dia acho que sou meio frio e calculista em muitas coisas e com muitos que não merecem isso mas… só com o sofrimento, com a perda, com as pessoas não acreditarem no que dizia é que eu pude perceber que eu estava sendo errado em demonstrar afeição, carinho… mas errado para elas, porque bem sei que existem pessoas que podem receber de bom grado o carinho que quero dar.”

Vampire Diaries – Diários do Vampiro

•06/02/2010 • Deixe um comentário

Nota: Faça download dos livros escolhendo no menu ao lado

(Nenhum dos livros está armazenado em meu computador. Estou somente disponibilizando um link válido para o download)

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Vampire_Diaries
The Vampire Diaries é uma série de livros de terror e romance da autora estadunidense Lisa Jane Smith sobre a vida de uma garota chamada Elena Gilbert que se vê às voltas com dois irmãos vampiros.

A trilogia original foi inicialmente publicada em 1991. Com a pressão dos leitores, Lisa Jane Smith lançou em 1992 mais um volume, Dark Reunion. Depois de um hiato de quase 16 anos de escrita, Lisa anunciou que novos livros de The Vampire Diaries estavam em obras. A primeira parte dos novos livros de The Vampire Diaries, intitulado The Vampire Diaries – The Return: Nightfall, foi publicada em 10 de fevereiro de 2009.

No Brasil o primeiro volume da série foi publicado em agosto de 2009, e em novembro de 2009 foi lançado o segundo volume, sob o nome de O Confronto.

História:

Elena Gilbert, uma garota órfã que vive com sua irmã, Margaret, e sua tia Judith, ainda está muito abalada com a perda de seus pais em uma acidente de carro no qual sua irmã estava presente, mas sobreviveu. Anos depois, enquanto tenta se recuperar, ela conhece Stefan Salvatore, recém chegado na pequena cidade de Fell’s Church. Entretanto, a vida de Stefan é cercada de vários mistérios, que são intesificados com a chegada de seu irmão mais velho Damon Salvatore. Os irmãos tem antigas desavenças, que foram gerados pelo amor à uma mesma mulher, Katherine, que por sua vez é ancestral de Elena. Numa atmosfera de mistério, suspense e amores, os segredos vampíricos e sobrenaturais da pequena cidade, são intensificados, com inúmeros acontecimentos extraordinários, e Elena, Stefan e Damon se veêm cada vez mais ligados.

Diários do Vampiro: O Despertar

O primeiro livro introduz o leitor à Elena Gilbert, uma bela e popular estudante do Ensino Médio da pequena cidade de Fell’s Church, em Virginia, e seus amigos: Bonnie, Meredith, Matt, e Caroline – uma velha amiga de Elena que agora compete com ela.

Quando começa seu último ano, Elena persegue o novo e misterioso cara, Stefan Salvatore. Stefan resiste em conhecer Elena e sua determinação com satisfação, e ocasionalmente ela descobrirá seu segredo: Stefan tem séculos de idade, e é um vampiro. Enquanto Elena e Stefan estão apaixonados, estranhos acontecimentos começam a acontecer na cidade e um sombrio e sedutor estranho aparece para Elena.

Ocasionalmente Elena aprenderá que aquele estranho é o irmão mais velho de Stefan, Damon. Na Itália Renascentista, os dois irmãos se apaixonaram por uma jovem vampira chamada Katherine, que mais tarde cometeu um suicídio depois dos dois irmãos se voltarem contra si quando ela optou em ficar com ambos, como amantes e trocadores de sangue. Completamente com raiva, os dois irmãos matam um ao outro, mas acordam como vampiros.

O Despertar termina com Elena procurando por Damon, por acreditar que fora ele o responsável pelo sumiço de Stefan depois da população da cidade acreditar que ele seja o assassino dos últimos acontecimentos. E isso só continua no segundo livro, O Confronto.

Diários do Vampiro: O Confronto

O segundo livro pega de onde O Despertar termina, com um buraco onde Damon está tentando ganhar o afeto de Elena e Stefan luta pra sobreviver. Quando Stefan desaparece, Elena procura por Damon e o confronta no cemitério.

Elena e seus amigos acham Stefan em um poço, quase morto, e Elena salva-o dando-lhe um pouco de seu sangue. Elena também troca sangue com Damon. Embora contrariada, ela encontra-se entre os dois irmãos assim como Katherine há séculos.

Enquanto espera por Stefan em uma noite, Elena sente-se como se uma presença estivesse fazendo uma tempestade ao seu redor, e freneticamente ela tenta fugir pela travessia da ponte sobre um rio. O carro de Matt – quem a emprestou-lhe – vira para fora da estrada e para o rio, e então Elena se afoga.

O Confronto termina com a revelação de que ela teve sangue suficiente de ambos irmãos dentro de si, pois ela se torna uma vampira após sua morte.

Diários do Vampiro: A Fúria

O terceito livro trata de Elena com sua adaptação ao vampirismo, bem como a sua confusão entre os dois irmãos. Embora tenham que ficar fora do caminho da cidade por causa do novo vampiro caçador, Stefan, Damon, Elena e os amigos dela terão que pesquisar sobre a sombria presença que tem ultrapassado a cidade e que também é suspeita por estar por trás da morte de Elena.

Finalmente eles descobrem que esse tal “poder” é Katherine, que falsificou seu próprio suicídio séculos atrás. Agora ela está determinada a se vingar dos dois irmãos por terem esquecido dela e terem se apaixonado por Elena. Ela planeja matar Elena e os irmãos Salvatore, enquanto também planeja disparar Fell’s Church e todos os outros para o mesmo fim.

Elena salva todos empurrando Katherine para a luz do sol e removendo seu colar que tem o talismã contra o sol, que também tinha o anel dela, de Stefan e de Damon que os protegiam do mesmo. Tanto Elena quanto Katherine morrem por sua exposição à luz.

Lançamento previsto para 1 de Março de 2010.

Livro publicado após a trilogia inicial

Diários do Vampiro: Reunião Sombria

O quarto livro começa seis meses após a morte de Elena. Este livro é contado à partir do ponto de vista de Bonnie. Em uma festa de aniversário surpresa à Meredith, Bonnie e Caroline (juntamente com mais três amigas da escola) contatam Elena usando um tabuleiro de Ouija.

Elena avisa-lhes que todos da cidade estão em perigo. Ela diz que elas precisam chamar alguém, mas é interrompida, presumivelmente pelo espírito malígno, antes de dizer-lhes o resto. Antes de todas as meninas conseguirem sair da casa, uma delas é jogada pela janela do segundo andar e morre. Outra das garotas se torna insana após esse acontecimento.

Com a ajuda de Matt, Bonnie e Meredith executam um feitiço para chamar Stefan, e ele aparece à cidade com Damon. Os cinco trabalham para achar a origem do mal na cidade. A origem é Klaus, um vampiro muito antigo que transformou Katherine, a vampira que transformou Stefan e Damon. No final, depois da batalha que levou Stefan à beira da morte, Bonnie chama Elena para ajudar. O exército de espíritos é liderado por Elena, e ela é capaz de ajudar Stefan e Damon à derrotar Klaus.

Então, Elena é trazida de volta dos mortos, mas ela é muito mais humana agora. Elena e Stefan se abraçam e tentam se conciliar com Damon, mas ele se transforma em corvo e voa longe.

Ainda não lançado no Brasil.

A nova trilogia O Retorno

Diários do Vampiro: O Retorno: Anoitecer

O quinto livro começa com Elena voltando dos mortos. Ela volta do além com poderes humanos, o que faz seu sangue pulsar com uma força esmagadora e única, sendo irresistível para todos os vampiros.

Stefan está convencido em manter Elena segura e pretende deixar Fell’s Church. Damon, porém, é impulsionado por um desejo insaciável de poder, e quer que a Elena como sua princesa. Quando Stefan é afastado de Fell’s Church, Damon tenta convencer Elena que ele é o irmão que ela deveria ter escolhido, mas a escuridão está infiltrando a cidade e, agora Damon que sempre foi o caçador, está sendo a caça.

Ele é a presa de uma criatura maléfica que pode possuí-lo à vontade que deseja não somente o sangue de Elena, como também sua morte.

Subcultura Vampyrica

•04/02/2010 • Deixe um comentário

Não, eles não bebem sangue, não se transformam em morcegos, lobos, bruma… também não foram transformados em vampiros como vemos em filmes, seriados, livros, quadrinhos… eles não são vampiros… mas sim Vampyros. São pessoas normais, com trabalhos normais, mas que tem uma paixão pela noite, pela cultura…

Relacionei os tópicos  para entender o que realmente são so Vampyros:

Clique aqui para seguir para o texto completo

Por que Vampyro com “y”?
O que é um Vampyro ou Vampyra na Subcultura Vampyrica
Ninguém nasce assim
Não precisamos ser legitimados por ninguém
Essencia Vampyrica ou vampírica
Não somos seita ou afins…
Não existe ritual para ser um Vampyro
Magia Strigoi
Porque o site tem o nome de Vampyrismo
Porque um nome noturno
Sangue é apenas metáfora
Vampyrismo não é Psyvamp
Vertente fashionista e panteista ou politeista
Strigoi e outras linhas iniciáticas do neopaganismo
O morcego e o Vampyrismo
Porque Officina Vampyrica?
O que são Fangz?O que é Fangsmithing?
Porque a Ankh ou Cruz Ansata?
Empacotamento e Re-empacotamento de informações sobre Vamps
Todos os textos colocados aqui foram devidamente autoruzados pelo autor: [o conteúdo deste texto pode ser ampliado e revisado com sua colaboração através do mail: officinavampyrica@yahoo.com.br]

Primeira Visita ao Vampyrismo by Lord A:. is licensed under a  Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License. Based on a work at www.vampyrismo.org. Permissions beyond the scope of this license may be available at http://www.vampyrismo.org/1avisita.html

 

Vampirismo x Cristianismo: Algumas ironias

•04/02/2010 • Deixe um comentário

Como sempre digo e repito agora, não tenho nada contra religião nenhuma, cada um acredita no que bem entender… só proponho que tenham mente aberta mas continuem se quizerem com suas crenças… ou não…

Há muito tempo atrás, a igreja cristã começou a abrir as asas através da Europa, e os vampiros estavam estabelecidos como mitos.

Os vampiros eram criaturas que faziam parte supercição humana desda Grécia Antiga. As raízes dos Vampiros eram naturalmente Pagãs, e a fé estava espalhada pela Europa.

A relação estava formada entre os Vampiros e o Deus Ebreu, está formado a ciranda de história ironicas.

Ironia n°1 – O que eles procuram destruir, eles dão vida. A Igreja Cristã não tinha estabelecido uma estância para os Vampiros quando ela se separou em 1054. Contudo, a fé das igrejas Católicas resultaram – na Igreja Católica Romana no oeste europeu e a Igreja Ordotoxa no leste – que podem ser diretamente ligadas ao mito vampírico que continuava à penetrar no leste europeu.

Os Católicos Romanos acreditavam que os corpos dos seus santos não deteriorariam nas sepultura; instantaneamente, eles pernameceriam intactos e exalariam um doce odor. Contudo, a Igreja Ordotoxa achou mais difícil, inicialmente porque isso abalaria as raízes Pagãs, e ela via um cadáver que não tinha se deteriorado como um sinal do mau.

Por descuidos, ambas as igrejas não tinham formado uma estância para os Vampiros, e os colocaram como parte da fé Pagã, que era naturalmente antiquada e anti-cristã.

O Paganismo, estava longe de ser uma religião organizada, era um pouco mais que uma coleção de conhecimentos populares e mitologias desorganizadas; Ele era possuído por campones ativos que não tinham uma educação formal e por outros dos quais não passam de superstição.

Com o passar do tempo, a Igreja Católica Romana cresceu preocupada com a estabilização da mitologia Pagã que poderia conquistar a a fé dos novos católicos, na qual a Igreja estava usando para tentar se expandir. Como o esperado, ela começou uma invetigação sobre a mitologia vampírica.

A igreja, com a intenção de fazer a fé Pagã se espalhar, assim fazendo o fim do Paganismo (que era chamado de witchcraft), e o vampirísmos começou a ser ligado com Satan. E eles fizeram um decreto, do qual falava que corpos reanimados eram como demônios a mando de Satan. Como resultado, esses vampiros fugiriam de coisas divinas, como: crucifíxos, água benta e da ostia.

A grande ironia desse período foi como a Igreja fez para acabar com as mitologias Pagãs, mas foi o próprio decreto deles que concedeu uma validade histórica para os Vampiros. Então os Vampiros influenciaram os filmes e novelas um pouco antes do século 20, que ainda mostravam os Vampiros como criaturas satânicas, feitas e desamparadas quando confrontavam contra coisas do verdadeiro Deus Ebreu.

Ironia n° 2 – essa coisa má, melhor representada por homens santos e seus trabalhos. Com o andar do tempo, numerosas reportagens e tratamentos foram emitidos pela Igreja Católica. Elas foram feitas por volta de 1600 – 1800 D.C. que foi trabalho de bispos, sacerdotes, monges, etc.

Os Vampiros continuaram se espalhando através da Europa, que estava completa de caçadores de Bruxas e Vampiros, missas de exumações e vários corpos que eram queimados ou tendo estacas enterradas em seus corações como tentativa de livrar seus vilarejos de Vampiros. E isso se tornou uma área de constantes estudos feitos pela Igreja.

The Malleus Maleficarim, publicado pela Igreja em 1486, foi o guia para os descobridores e irradicadores de bruxas. E ele também falava do vampirismo e sua ligação com Satan, que fazia parte das criaturas maléficas. Em meados de 1600, esse tratado começou a ser usado como “Bíblia” dos caçadores de bruxas e vampiros que cruzavam a Europa. O tratado também incluia um pouco da visão vampírica. Dom Augustin Calmet (1672-1757) foi um monge da ordem de Benedito. Seu trabalho, Treatise on The Appearance of Spirits and on Vampires (Tratado de aparência de Espíritos e Vampiros), tentou separar os Vampiros da ligação com as forças satanicas e demoniacas. Eles descreveu que os Vampiros eram simplesmente corpos mortos dos quais ressucitaram, e os proclamaram superstição. Por causa disso ele estava sobre presão de radicais, que o fizeram retirar suas declarações. Seu trabalho ainda estava em circulação em uma Era quando a história estava com muitos caçadores de bruxas e Vampiros, a Idade Média.

Depois da histeria da praga-enigmática (peste negra) que havia acabado na Idade Média, importantes pesquisas foram conduzidas dentro da mitologia vampírica. Provavelmente o melhor crônico de historias vampíricas em eras passadas foi o lendário Montague Summers.

Ele foi decretado bispo da Igreja Anglicana em 1908, mas depois ele deixou a Igreja Anglicana em favor da Igreja Católica Romana. Ele conduziu numerosos estudos sobre coisas sobrenaturais. Suas duas melhores obras conhecidas e publicadas foram, The Vampire: His Kith and Kin e The Vampire in Europe são temas de pesquisas sobre vampiros.

Ironia n° 3 – O que eles procuravam destruir, eles deram força; a Besta os habita hoje, o Vampiro está vivo, não mais do que qualquer tempo no passado. Góticos vestidos de preto que rodam as ruas e bares, leitores e videomaníacos ficam emocionados com a pesença de uma Besta com caninos “sobrenaturais”. A Besta os habita, e virá a tona por muitos e muitos anos. Os nomes dessas pesquisas Cristãs são dedicadas para fãs de Vampiros como Drácula, Lestat, e outros.

fonte: http://raizesmisticas.blogs.sapo.pt/867.html

Poemas Góticos

•03/02/2010 • Deixe um comentário

Você acha que escreve bem? Quer disponibilizá-los em algum lugar para que sejam lidos? Quem sabe ficar mais conhecida(o), estou disponibilizando aqui no Legado de Cain, uma parte que será de poemas, textos, idéias e afins…

Contate-me pelo e-mail: valek2009@gmail.com ou me procure no orkut.

Terei um prazer imenso em colocar seus poemas aqui e quem sabe até disponibilizar uma parte do blog para que você mesmo tenha as idéias criativas.

Aguardo vocês…

Cristianismo, Satanismo e Vampirismo

•03/02/2010 • Deixe um comentário

Cristianismo, Satanismo e Vampirismo

Os deuses deliberam sobre o que fazer com o trabalho,

um deles tem a idéia de criar uma raça de escravos que

produziria cultos, imagens, oferendas e sacrifícios. Desta

forma foi criada a raça humana.

Lenda da Mesopotâmia, 2500 a . C.

O cristianismo, da forma que o conhecemos, é uma das religiões mais vampíricas que existem, alimentando-se da energia dos seus fiéis, seja dos donativos financeiros ou da energia gerada por inúmeras práticas antinaturais. Vamos tomar por base os sete pecados capitais, que estão intrinsecamente associados à vida quotidiana e à natureza humana. (continua…)

 (Fonte original do texto: Vampiros Rituais de Sangue, de Marcos Torrigo, cap9.)

fonte do texto: http://www.astrologosastrologia.com.pt/vampiros&vampirismo=cristanismo+satanismo+vampirismo.htm

Rádio Online

•02/02/2010 • Deixe um comentário

Saudações!

Estou divulgando um site e uma rádio que vai dar o que falar!

Vocês tem um encontro marcado com o lado vermelho da vida!

Para quem conhece, trata-se da Rádio Gato Preto, mas para quem não conhece acessem:

www.gatopretosp.com.br

Não deixe de escutar Vox Vampyrica o nosso programa de rádio internético.
www.voxvampyrica.blogspot.com    (streaming e download)
www.myspace.com/voxvampyrica    (streaming e download)
www.voxvampyrica.podomatic.com (streaming e download)

Receba novidades e notícias Vampyricas no seu e-mail, envie uma mensagem para:
officina_vampyrica-subscribe@yahoogrupos.com.br

Nova onda do Vampirismo?

•02/02/2010 • Deixe um comentário

Como não quero deixar de postar a opinião de todos, achei mais um site que pode importar para quem se interessar… falando sobre “A Nova Onda do Vampirismo”… Crepúsculo e tudo mais… bom… leiam e tirem as conclusões:

A NOVA ONDA DO VAMPIRISMO

O livro Crepúsculo (e o filme dele derivado), de Stephenie Meyer (também autora de A Hospedeira), vem fazendo muito sucesso, especialmente entre jovens. Crepúsculo ajudou a reforçar a nova onda de vampirismo que tomou conta das livrarias e cinemas, assim como aconteceu com a bruxaria, alavancada pela série “Harry Potter”. Como ocorre neste exemplo e naquele, muita gente acha que se trata de simples literatura “inocente”. Será? Analisemos brevemente o vampirismo.
A crença em vampiros é muito antiga e em certos lugares, como a Romênia (terra do Drácula), ela sobrevive até hoje. Deriva da noção de que a vida está no sangue e do costume de alguns homens no passado beberem sangue para “renovar a vitalidade”.
O vampiro – ser mitológico, imortal, com dentes proeminentes e que se alimenta do sangue de suas vítimas – é conhecido por vários nomes, como vrykolakes, katakhanoso, upiry, blutsäuger, e outros. Os chineses antigos temiam o Giang shi, demônio que bebia sangue. Os peruanos pré-colombianos acreditavam numa classe de demônios chamados canchus ou pumapmicuc, os quais sugavam o sangue dos jovens adormecidos. Além disso, há quem acredite que a ideia de vampiro supõe o conceito oriental do eterno retorno, segundo o qual ninguém é realmente destruído, mas volta vezes sem fim em reencarnações sucessivas.
Entre os romenos, os vampiros sempre representam o mal. Sua jornada para o “outro mundo” foi interrompida e eles são condenados a vagar entre os vivos por um tempo. Hoje é na Transilvânia que a lenda dos vampiros tem seu apelo mais forte. Na Europa Oriental, diz-se que os vampiros têm dois corações ou duas almas. Uma vez que um desses corações ou uma dessas almas nunca morre, o vampiro permanece um “morto-vivo”. Acredita-se que criminosos, bastardos, feiticeiras, mágicos, pessoas excomungadas, os que nascem com dentes e crianças não batizadas podem se tornar vampiros. Além disso, o sétimo filho de um sétimo filho está condenado a se tornar vampiro, num determinismo pra lá de injusto. Creio que já basta, né?
O livro de Meyer (que é membro da Igreja dos Santos dos Últimos Dias [!]), por mais que pareça “literatura para garotas” (como escreveu uma comentarista), um romance para mero entretenimento, tem a conhecida característica satânica de dourar a pílula para apresentar uma mensagem anticristã como pano de fundo, embrulhada para presente num papel tão bonito que muita gente nem se apercebe da podridão que está dentro do pacote.
Para mim, a história faz pensar no perigo de se brincar com o mal, afinal, a protagonista se apaixona por um vampiro. E aí começa, na cabeça de alguns leitores, o conflito entre sentimento (paixão) e princípios, com a clara mensagem de que vale a pena se arriscar. Mas não vale. Com princípios a gente não negocia. Uma mente pura e dirigida pela Palavra de Deus não tem preço e não é qualquer literatura que deve competir por espaço em nossas agendas tão apertadas. O tempo é precioso, quase tanto quanto o sangue, e livros como os de Meyer são verdadeiros “vampiros” que sugam o tempo que deveria ser devotado a coisas mais edificantes e úteis.
Ellen White escreveu: “A natureza da experiência religiosa de uma pessoa revela-se no caráter dos livros que ela prefere em seus momentos de lazer. … Indicando o caminho da salvação mediante Cristo, é a Bíblia nosso guia para uma vida mais elevada e melhor. Contém as mais interessantes e instrutivas histórias e biografias que já foram escritas. Aqueles cuja imaginação não foi pervertida pela leitura de ficção, hão de achar a Bíblia o mais interessante dos livros” (Mensagens aos Jovens, p. 273, 274).
Por que será que tantos jovens consideram enfadonha a leitura das Escrituras? Não seria pelo tipo de entretenimento com os quais têm desperdiçado o tempo? Segundo a lenda, se o vampiro mistura seu sangue ao de sua vítima, essa pessoa se torna um “morto-vivo”. Na vida real, pela contemplação de coisas sem valor, pela mistura do sagrado com o profano, muitos cristãos estão parecendo “mortos-vivos” espirituais, distantes do plano que Deus idealizou para eles, uma vez que se encontram mentalmente amortecidos pelo coquetel midiático tão acessível e convidativo de nossos dias.
Então, quer dizer que os cristãos estão proibidos de ler outra coisa que não seja a Bíblia? Não, mas, definitivamente, livros como Crepúsculo deveriam passar longe de nossos olhos. E se você leva sua vida espiritual a sério, basta contrastar esses livros (e filmes, e sites, e músicas…) com Filipenses 4:8. Esse é um bom filtro.